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Archive from 'Entrevistas'



FOTOS E VÍDEO: Bill Skarsgård para a edição de aniversário da revista Flaunt
05.24

Em comemoração aos 20 anos da revista Flaunt, a edição de Junho/18 terá fotos MARAVILHOSAS de Bill Skarsgård. Clique nas miniaturas abaixo para visualizá-las em melhor resolução em nossa galeria:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > FLAUNT MAGAZINE

VÍDEO: Bill Skarsgård faz declaração ao Andy Muschietti e revela quando as gravações da sequência de IT irão começar
01.31

Em entrevista durante sua passagem no Sundance Film Festival, Bill Skarsgård confirmou que as gravações da sequência “It: A Coisa” começarão no verão americano desse ano (entre 21 de junho a 21 de setembro). Além disso, o ator comentou sobre sua amizade com o diretor Andy Muschietti. Assista ao vídeo:

FOTOS E VÍDEOS: Bill Skarsgård recebe prêmio no Sundance Film Festival e mais; confira
01.21

QUE ORGULHO! Hoje, 21 de janeiro,  Bill Skarsgård  recebeu o premio “Fan Favorite” do IMDB STARmeter, no Sundance Film Festival 2018. Além de ser premiado, o ator compareceu ao IMDB STUDIOS com o elenco de “Assassination Nation“. Clique nas miniaturas abaixo para visualizá-las em nossa galeria:

FOTOS DE PAPARAZZI | CANDIDS > 2018 > BILL SKARSGÅRD EM PARK CITY – 21/01

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APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > RECEBENDO O PRÊMIO “FAN FAVORITE” DO IMDB – 21 DE JANERO

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APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > IMDB STUDIOS – 21 DE JANEIRO   5~119.jpg 5~119.jpg 5~119.jpg 5~119.jpg

APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > PREMIERE DE ASSASSINATION NATION – 21/01

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APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2018 > AFTERPARTY DE ASSASSINATION NATION – 21/01

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SCAN + ENTREVISTA: Bill Skarsgård na edição de dezembro da revista “GQ”
11.16

Bill Skarsgård estará presente na edição comemorativa de 60 anos da revista GQ, que estará nas bancas americanas em dezembro. Clique na miniatura abaixo para visualizá-la em nossa galeria.

SCANS > GQ MAGAZINE – DEZEMBRO DE 2017

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Bill Skarsgård é muito tranquilo para alguém com uma família famosa. Skarsgård, 27, entrou em Hollywood como Bill, irmão de Alexander e filho de Stellan, ou como o adolescente pervertido em Hemlock Grove, da Netflix. Nesta primavera, Skarsgård fez seu papel de sucesso como Pennywise na nova adaptação de Stephen King, It. (Que também tornou-se o maior filme de terror de todos os tempos). Por baixo de quilos de maquiag de palhaço, sua estrutura óssea sinistra-sexy Skarsgårdiana tornou-se algo sinistro. Ele assustou crianças e assustou a nós. GQ falou com Skarsgård para a nossa edição Men Of The Year.

GQ: Qual foi a questão que você mais ouvir sobre It? 

Bill Skarsgård: “Em quanto tempo a maquiagem ficava pronta?”

Quanto?

Duas horas e meia.

Como você praticava as expressões e a voz?

Para uma das audições, eles me pediram para que eu fosse com a maquiagem de palhaço, então eu tive que colocar uma maquiagem básica de palhaço e então tive que dirigir por Hollywood. Andy [Muschietti, diretor de It] estava fazendo algumas anotações dos atores, e dois dias antes, ele disse, “Você poderia fazer alguma risada também?” Eu disse, “Com certeza”, No mesmo instante em que eu entrei no carro, eu comecei a rir feito um maníaco.

Então você dirigiu por Los Angeles, rindo como um maníaco e com maquiagem de palhaço?

Eu comprei minha maquiagem de palhaço em uma dessas lojas de Halloween, a coloquei, e então foi para o estúdio, que é bem ao lado da Hollywood Boulevard. Era uma rua com estacionamentos, então eu estacionei meu carro e tive que andar com uma a cara de palhaço até o prédio. Havia duas maneiras de conseguir chegar: Ou você iria através da estranheza e humilhação ou você realmente se compromete a permanecer com o que o personagem é e usar o absurdo ao seu favor. É um algo metafórico sobre o que é ser um ator em LA.. forçar você a dirigir com rosto de palhaço por Hollywood Boulevard para uma audição que talvez você nem consiga. Mas no final, eu consegui o trabalho.

Na verdade você não pode ser metido enquanto você está com o rosto de palhaço.

Também não há nada de metido sobre o Pennywise.

Ele não é simplesmente um personagem simpático—existe um ponto onde ele é humanizado. O que foi difícil para você interpretar um personagem em que ele é um verdadeiro vilão sem redenção?

Mas o personagem num todo é tão abstrato. Ele não é humano, então algumas vezes é fácil, porque ele é tão não-humano em como ele funciona. Poderia ser mais difícil para mim se eu interpretasse um psicopata humano de verdade. Eu tive que ter um senso de quem Pennywise, ou “a Coisa”, realmente é. Mas não é ser humano— é algo a mais.

O que você acha que tem em se rosto que fez você conseguir um personagem não-humano como esse?

Andy, o diretor, disse que tenho algo que lembra infância e inocência em meu rosto. Mas que eu também poderia me tornar em algo muito perturbador e mau.

Como você faz isso?

Parte de ser um ator é ter o rosto para o papel, certo? Sempre existe algo que assemelha à sorte quando conseguimos um trabalho. Eu tento não pensar muito sobre minha aparência ou sobre como eu trabalho. É perigoso se tornar muito egoísta.

It é um raro filme de terror e que tomou conta do verão. Qual temporada você acha que é mais assustadora para o terror?

Eu acho que dezembro sempre foi um mês de caça, falando de um ponto de vista de narrativa gotica.— muitas histórias de Edgar Allan Poe são sediadas em Dezembro. É o último mês do ano, e é suposto a ser algo místico. Um mês espiritual. E sendo sueco, Dezembro também é o mês mais escuro do ano. Em Dezembro, em Estocolmo, a noite permanece durante o dia todo, então você fica na escuridão durante um mês. Obviamente, isso estimula a imaginação sobre o que está na escuridão.

A Suécia continua sendo como uma casa para você?

Cem por cento. Eu sempre me sinto como um estrangeiro na América.

O que, em particular, te faz sentir assim?

Por exemplo, a sensibilidade em iluminar a casa ou um apart. Eu acho os americanos horríveis em iluminação. Nós somos tão desprovidos de luz no inverno que as pessoas suecas são profissionais nisso— em casa suecas tudo é muito, muito, exagerado, com uma espécie de luz acolhedora e confortável. Americanos não tem essa sensibilidade. É algo trivial para isso.

Você não tem nenhuma presença em redes sociais. Você acha que você seria tão privado se você não viesse de uma família de atores suecos tão grande?

Eu tento ser mais privado porque toda a minha vida enquanto eu crescia, havia crianças na escola que tinha todos os tipos de opiniões sobre não apenas que eu era, mas sobre minha família: “Vocês saem juntos?” “Vocês competem um contra o outro?” E eu entendi que havia um interesse nisso; Eu apenas não acho que isso seja uma boa entrevista. É quase como se nós vivêssemos um tempo que a privacidade não existe, quando tudo tem que ser compartilhado, postado e curtido. Eu acho que é por isso que eu me tornei uma pessoa muito privada.

Por que você decidiu entrae para a atuação se você não queria participar desse tipo de auto-promoção e publicidade?

Existem muitos atores privados. Eu presto atenção em coisas sociais— eu sou muito atendo e expresso minha opinião, s eu não sou necessariamente uma pessoa privada. Eu posso ser muito honesto com as pessoas que eu conheço. Mas como você se mostra para um grande público? Quem é você nessas redes sociais? E eu não sei se eu descobri como eu quero me apresentar, então eu prefiro não me mostrar de qualquer jeito.

Você tem sido que não tem uma casa fixa. Quais são os contras de uma vida intinerante?

Já ficou velho. Eu preciso de algum lugar para guardar minhas roupas. Eu quero ir para um flea market e encontrar uma pequena caixa estranha ou qualquer coisa é apenas, “Oh, isso ficará ótimo na minha casa”, então eu compraria aquilo. Eu acho que meu estilo de vida deve parecer lúdica para muitas pessoas, mas eu não prospero isso. Eu acho que existe um pobre em que eu terei uma rotina baseada.

Você é um tipo de psicopata que faz diferentes cafés-da-manhã todos os dias?

Não! Isso seria muito deliberado.

VÍDEO LEGENDADO: Entrevista de Bill Skarsgård ao Flick Direct
10.12

Em 08/10, Bill Skarsgård compareceu ao #NYCC, New York Comic Con, para promover seu novo projeto, “Castle Rock“. Após o painel com o elenco e diretores, o ator concedeu entrevista ao Flick Direct. Confira ao vídeo legendado abaixo:

Mas se você preferir, pode assistir o vídeo original, com a transcrição abaixo:

Entrevistador: Como vai?
Bill: Bem, e você?
Entrevistador: Shawn Wargson(?), do FlickDirect. Primeiramente eu queria te parabenizar, It tem sido um grande sucesso,
Bill: Obrigado!
Entrevistador: Você me assustou para caralh*!
Bill: (risos).
Entrevistador: Estou falando muito sério. Me assustei demais, e isso não acontece com facilidade.
E agora você está em Castle Rock.
Bill: Sim.
Entrevistador: Então o que você pode nos contar, porque sei que você não pode falar muita coisa.
Bill: É, eles me deram tipo umas notas de rodapé de coisas que podemos dizer, e estamos aqui fazendo todas essas entrevistas e eles estão tipo, “isso é o que você pode dizer sobre o seu personagem: Você é um prisioneiro” (risos)
Entrevistador: É isso, é só o que conseguimos.
Bill: Isso é basicamente tudo o que posso dizer, eles realmente estão nos limitando quanto ao que falar. Nós estamos gravando, estamos no meio da produção, estamos no episódio 5, e é um mistério bem daqueles de roer as unhas. E tipo, quando eu estou lendo os scripts, eu recebo um por episódio, e é como se eu estivesse assistindo também, sabe? porque cada script acontece alguma coisa, e não dá pra descobrir como vai acabar, tem realmente prendido a minha atenção, e eu acho que esse é um ótimo sinal, acho que vai prender a atenção de quem assistir também.
Entrevistador: Parece que vai ser muito interessante. Antes que eu deixe você ir, você tem que me dizer qual é o seu filme ou livro favorito do Stephen King. Com excessão de It, não pode ser it.
Bill: ok.
Entrevistador: Não pode ser It.
Bill: Eu sei que ele não gosta, mas acho que “O Iluminado” é meu favorito, o filme é incrível, é um daqueles que eu assisto de 2 a 3 anos, sabe? Vou assistir “O Iluminado” de novo, por que nunca envelhece.
Entrevistador: É tipo de coisa que dá pra fazer na época do Halloween.
Bill: Sim, realmente é.
Entrevistador: Só trabalho, sem bricadeira.
Bill: (risos) Sim.
Entrevistador: Muito Obrigado!
Bill: Obrigado, cara! Eu que agradeço.
Entrevistador: Se cuida.

VÍDEO LEGENDADO: Entrevista de Bill Skarsgård para a revista “Cinema”
10.06

Hoje, 18/09, a entrevista de Bill Skarsgård para a revista “Cinema” foi divulgada. Assista abaixo:

Atualizado em 07/10/17 às 15:08 com o vídeo legendado

VÍDEO LEGENDADO: Entrevista de Bill Skarsgård para o programa “Last Call with Carson Daly”
09.22

No início de setembro, Bill Skarsgård participou de um bate papo no programa “Last Call with Carson Daly“, onde falou sobre sua personagem “Pennywise” em “It: A Coisa”. Confira abaixo o vídeo legendado da entrevista:

VÍDEO LEGENDADO: Bill Skarsgård responde perguntas de paparazzo no LAX – 12 de setembro
09.16

Na última terça-feira, 12/09, Bill Skarsgård respondeu algumas perguntas de um paparazzo do site TMZ. Confira o vídeo legendado:

TRADUÇÃO: Entrevista de Bill Skarsgård para a rádio sueca “Vårvet”
09.15

Enquanto Bill Skarsgård promovia “It: A Coisa” em Estocolmo, na Suécia, o ator participou de um podcast na rádio local “Vårvet“. Clique aqui para ouvir o podcast e e confira abaixo a transcrição do áudio:

Bill Skarsgård, 27 anos e com todos os holofotes virados para ele. Não é novidade que Bill Skarsgård é um nome flamejante em Hollywood. Agora, ele está nas telonas de 70 países no mundo inteiro. Ele andou do desconhecido para uma grande carreira, de trabalhos pequenos que desenvolveram-se para trabalhos grande. Bill, antes de It, tinha pouca atenção na mídia. Ele nasceu em 1990, quarta criança de Stellan Skarsgård. Faz sete anos desde sua estreia em Simple Simon e Behind The Blur Skies. Em 2013 ele teve seu primeiro papel internacional em Hemlock Grove. Ele está na Suécia promovendo seu novo filme, “It: A Coisa“.

Kristoffer: Obrigado.
Bill: Olá, olá, você pode me ouvir?
K: Sim, eu posso te ouvir perfeitamente
B: Muito bom, então.
K: Você é bom
*Risos*
K: Onde nós estamos?
B: Estamos no The Grand Hotel
K: Sim, está certo, como você está?
B:Estou bem, muito bem. Estou tomando meu terceiro copo de café do dia.
K: Bom, você esteve atuando por um longo período de tempo, você vem recebendo esse tipo de atenção nos últimos 4 anos.
B: Eu não acho que eu já tive recebido toda essa atenção antes. É um novo sentimento, pois o filme recebe o interesse mundial, é bizarro.
K: Como é o sentimento? Quero dizer, isso faz parte do seu trabalho?
B: É surreal. Tantas pessoas interessadas no filme, por exemplo o Dwayne ‘The Rock’ Johnson, o cara musculoso de Velozes e Furiosos, que postou uma foto do Pennywise e escreveu que foi seu filme favorito, que o diretor e atores foram ótimos e que Bill Skarsgård é um ótimo Pennywise. É algo absurdo se levarmos em conta que ele tem 90 milhões de seguidores.
K: Você gosta disso? A atenção.
B: Eu não sei. Eu gosto da experiência, é legal e tudo o que eu não posso dizer é que sou uma pessoa que gosta e acha necessário receber toda essa atenção. Eu gosto de separar a minha vida privada da minha vida profissional. Por exemplo, eu não tenho a necessidade de ter um Twitter ou um Instagram.
K: Então você não é ativo nas redes sociais, certo?
B: Não.
K: Então você tem outras pessoas fazendo isso para você?
B: Não, tem ninguém fazendo isso ou o que você quer dizer?
K: Porquê estou seguindo você em todas essas plataformas que você apenas mencionou. Ou eu achava que seguia.
B: Sério? Mas não, não é eu. Eu sei que existem contas no Twitter que se passam por mim e também que existem contas de fãs, mas eles deixam bem claro que eles são apenas contas de fãs. Mas mesmo assim eu não tenho certeza do que fazer sobre isso. Eu pensei sobre criar uma conta para que as pessoas do mundo saibam a verdade, até mesmo você acreditou que aquelas contas eram reais.
K: Ok, porque essa conta diz: ‘Desculpe por ser ruim em postar aqui, eu uso mais meu Instagram’, isso faz ficar real.
B: Eu acho que isso é um pouco perturbador. *Risos*
K: Para mim, é incrível que você sentou ao lado de Jimmy Kimmel como um convidado, como foi o sentimento?
B: Absurdo. Eu pensei em o que eu teria que fazer em um talkshow americano pela primeira vez. Quem eu teria que ser? Esse cara legal, relaxado e um ator perfeito, ser O famosão ou aquele estranho, um artista místico. É uma questão sobre quem você se apresenta para o público. Por outro lado, eu tinha algumas ideias. Quem você tem de ser em frente à audiência de Jimmy Kimmel. Eu fiquei sabendo semanas antes quer eu iria ao Jimmy Kimmel e fiquei assustado, mas achei divertido e surreal. Com o tempo passando, eu fiquei calmo porque Jimmy Kimmel foi como qualquer outra entrevista que eu faço o tempo todo. Para não fazer dessa a longa história que foi, eu fui para os estúdios e eles me guiaram para uma sala com meus agentes e empresários para me preparem. Enquanto eu ficava pronto, recebia minha maquiagem, Jimmy anunciou de repente: ‘O convidado de hoje é Bill Skarsgård, de It’. Quando eu ouvi aquilo foi um sentimento muito bizarro, como uma daquelas glitches em Matrix, ele não deveria ter dito meu nome. Então, alguém entrou na sala e me guiou para outra sala, que não era tão grande, mas tinha uma porta enorme. Eles me explicaram o que iria acontecer e me deixaram sozinho lá. A propósito, eu achei que eles fizeram aquilo cedo demais, porque provavelmente eu fiquei parado por 2 minutos enquanto o programa estava acontecendo do outro lado da grande porta. Quando eu finalmente andei para o palco e vi Jimmy, eu queria ter dito que “Se parece como um glitches em Matrix”, mas ele apenas disse: “Oi, você é da Suécia, como é lá?” E eu respondi: “Ehm, Sim, é bom”, o que me fez rir. Então eu percebi que eu não tinha nenhum controle nessa entrevista, tudo o que eu precisava era me manter no mesmo nível de pensamento que ele.
K: Então você não sabia o que ele diria antecipadamente?
B: Sim, antes de conhecê-lo, eu tive uma pequena entrevista com a equipe e líderes do projeto que me disseram que Jimmy falaria sobre minhas origens suecas no início.
K: A questão é, qual Bill Skarsgård nós vimos no Jimmy Kimmel?
B: Eu tenho que dizer que fui eu mesmo. Quando eu tive aquele pensamento, eu achei que seria melhor ser eu mesmo. Eu não queria soar sendo uma pessoa que eu não sou. É uma questão muito profunda sobre quem você é quando você pensa sobre isso.
K: Você esteve trabalhando lá [America] durante cinco anos, eu sei que quando você esteve lá [América] pela primeira vez, você teve um técnico de linguagem. Como um convidado no Jimmy Kimmel, você se sentiu nervoso sobre deixar seu sueco de lado?
B: Não, estou por lá [América] há muito tempo agora. Eu acho que cheguei em um ponto que é mais fácil me expressar em Inglês do que em Sueco ou pelo menos leva algum tempo para eu voltar ao sueco quando eu volto para casa. Como eu disse, isso acontece porque estou há muito tempo lá [América], eu faço muitas entrevistas, trabalhos e também tenho amigos íntimos que são nativos.
K: Incrível, eu já conversei com um amigo íntimo que se mudou para Nova Iorque e eu disse para ele que ele é tipo uma nova pessoa quando ele está falando em Inglês. Quando ele fala em sueco, ele tem essa personalidade totalmente oposta de quando ele está falando em Inglês, ele é todo flertador.
B: Sério?
K: Sim
B: Você notou isso ou ele te disse?
K: Eu que notei, mas eu não sei se ele concorda comigo. Minha questão é se você se sente diferente quando você está falando em Inglês.
B: Eu acho que não. As pessoas suecas são os melhores falantes de inglês de qualquer outro país que não falam inglês, a Holanda também é boa. Tipo, você não tem que aprender sueco para conversar com um cidadão sueco, você pode conversar em inglês com qualquer um. Quando você está em um país ou em um grupo que falam Inglês porque é sua linguagem nativa, você deve se sentir um pouco retraído porque você pode contar piadas da mesma maneira quando você tenta dizer uma história, então isso tudo se torna confuso. Para mim, eu tive esse sentimento quando eu era mais novo, eu acho que eu desenvolvi muito isso é não me sinto retraido enquanto estou conversando, acho isso incrível.
K: Você já ouviu a Vårvet antes?
B: Um pouco, eu não escuto muito rádio. Vocês fazem podcast, certo?
K: Isto é um podcast
B: Veja, eu não posso dizer.
K: Normalmente eu tenho mais tempo para entrevistar meus convidados, então vamos lá. Você é o Pennywise em It, isso pode soar velho, mas o Pennywise é um personagem protagonista?
B: Ehm..Eu não diria isso. Eu sou o papel principal, mas o tubarão em Jaws não é o papel protagonista
K: O tubarão não venceu o Oscar.
B: Ou o T-rex em Jurassic Park. Estou fazendo um personagem icônico, mas não o protagonista.
K: Sua carreira na América está crescendo rápido, como você se sente sobre isso?
B: Não, eu não sei se eu me sinto assim.
O primeiro projeto internacional que eu fiz foi Hemlock Grove, alguns anos atrás. Eu tenho 27 anos de idade agora, então cinco anos atrás foi um longo período de tempo. Eu tenho 27 anos agora, é bastante tempo. Sou uma pessoa completamente diferente do que era naquela época, e não vou ser uma nova pessoa em 5 anos. Entre os 22 e 27 anos é uma fase em que você se desenvolve como ser humano. Então, minha carreira desde o meu primeiro trabalho até agora tem sido longa.
K: Os momentos mais difíceis?
B: Na vida ou?
K: Esses anos, mas é, claro
B: Eu não sei. Quando eu li o script para Hemlock Grove, eu amei o piloto. Eu pensei que seria um projeto interessante com um script que eu amava, as palavras eram incríveis e o escritor que hoje é um dos meus melhores amigos, no entanto eu não o conhecia naquela época. Infelizmente, eu pude ver o que a indústria pode fazer com um projeto. Não se desenvolveu na direção que pensei, tinha muita política envolvida. Foi bastante estranho para mim, porque quando você trabalha com filmes ou séries na Suécia você tem um diretor que escreve o roteiro e ele controla tudo. No final de Hemlock Grove parecia que ninguém e todo mundo estava no controle ao mesmo tempo. Então, de repente, eles mudaram o escritor e praticamente todos os outros antes da primeira e segunda temporada. Foi de um personagem que amei a alguém que dizia coisas que não gostava e a história não era o que eu esperava. O último ano em Toronto com uma temperatura de cerca de 20 abaixo de zero. Eu nunca enfrentei um clima tão frio e olha que sou de Estocolmo. Senti como se meu personagem estivesse nas mãos de outras pessoas. Como resultado disso, vivi uma vida muito destrutiva com Landon, que também estrelou em Hemlock Grove.
K: Você disse isso antes, vivendo destrutivamente, o que você quer dizer? Drogas e álcool?
B: Bem, a parte destrutiva é quando você não se importa mais. Algumas pessoas podem nunca sair da cama, mas eu não sou assim. Me envolvi em relacionamentos destrutivos de uma forma ou de outra. Eu não chamaria isso de depressão porque é algo completamente diferente e muito mais sério, talvez chamaria de mais agressivo. No entanto, quando olho para trás, esses anos foram muito formativos para mim, adquiri muita experiência sobre a indústria, e tudo por trás dela, a política, e como lidar com isso. Eu não mudaria para nada.
K: Você não sente orgulho do resultado do projeto?
B: Pessoas gostam da série e tem um charme em volta disso, algumas coisas são agradáveis para mim, é mais sobre minha própria jornada pessoal. A série foi baseada em um livro que eu gostei, então as pessoas que não deveriam estar envolvidas com o processo criativo juntaram-se à produção.
K: Então você não pode trabalhar com publicidade, isso acontece todos os dias.
B: Eu imagino.
K: Você disse que não fez mais nada depois disso durante cerca de seis meses.
B: correto.
K: Como você se sente sobre isso?
B: Eu não sei. Como ator você ganha muito tempo livre, entre empregos você está desempregado. Eu gosto de tempo livre quando consigo um emprego, mas não gosto de estar desempregado, pois não sei quando, e se vou conseguir outro trabalho. É bastante estressante.
K: Como você lida com isso?
B: Eu não sei. Estou tentando me manter ocupado, tentando desenvolver minhas próprias coisas.
K: Você está escrevendo algo por conta própria?
B: Sim, comecei recentemente e achei bastante intrigante. Eu não gosto da passividade em ser um ator, você sempre confia no que outras pessoas pensam sobre você. Isso faz você se sentir impotente, o que eu não gosto. É por isso que eu quero criar coisas sozinho. Agora eu preciso encontrar um script que eu goste, então eu tenho que caber no script para ter a chance de ir a um teste, e aí eu tenho que convence-los que posso fazer isso.
K: Você pode dizer algo sobre o que você está escrevendo?
B: Sim, estou escrevendo um roteiro para um curta-metragem, estou dando pequenos passos para chegar até onde eu quero no futuro, para dirigir também.
K: Eu queria evitar falar sobre sua família, no entanto, parece que você é o único que faz isso, de todos os que atua.
B: Não, Gustaf e Alexander escreveram e até dirigiram algumas coisas.
K: Oh, desculpe pela minha falta de informação.
B: Todos têm necessidades diferentes, meu pai nunca dirigiu, mesmo que eu pense que ele seria incrível como diretor, mas ele não tem essa necessidade.
K: Você é literalmente o ator do momento. Como você gerencia isso?
B: Eu tenho um agente e gerente nos EUA. Eles são muito bons em fazer negócios lá, eu só pago eles quando estou empregado. Eles são extremamente bons no que fazem, me conseguir papéis, e criar um interesse em volta de mim, e eles se certificam de que o trabalho vai abrir outras portas para produções mais interessantes para mim.
K: E no que você está mirando agora?
B: Eu quero que minha atuação se torne algo que eu possa trabalhar para o resto da vida. Não quero acabar na Marvel, ou na DC, estes filmes de pipoca. Não tenho interesse nisso. Quero me estabelecer, trabalhar com coisas interessantes e inspiradoras. O que está me motivando é abrir novas portas e conhecer novas pessoas.
K: Você está autorizado a dizer o que ganha com um filme como IT?
B: Ehm não … Bem, eu tenho permissão, mas não gosto de falar sobre isso.
K: Eu tenho que dizer que eu conheço uma certa criança que acidentalmente assistiu o trailer de IT e que me deu algumas noites sem dormir.
B: E como esse certo alguém o viu?
K: No YouTube.
B: Você mostrou isso?
K: Não, ele / ela encontrou.
B: Você precisa ter cuidado. Você pode dizer que você me conheceu e que não é real.
K: Antes de ele/ela ir para a cama, eu disse que It (pennywise) vive nos EUA e que não é real antes de receber a pergunta, parecia mais confiável.
B: Isso é bom.
K: Falamos sobre idioma. Eu acho difícil dizer quando, por exemplo, o sotaque sueco aparece, só aconteceu algumas vezes, que eu tenha notado. É mais fácil atuar em inglês nas produções? Agora que você está mais acostumada com a língua.
B: Primeiro, é muito difícil de atuar quando você não conhece perfeitamente o idioma. Nunca serei capaz de falar um idioma tão bem quanto a minha língua nativa. Em sueco, você pode ouvir rapidamente quando é falso ou se parece estranho, palavras carregadas. Quanto melhor você dominar um idioma, melhor você poderá entregar as falas. No entanto, você pode entregar uma fala perfeitamente, no entanto, o jeito como você pronuncia pode destrui-la. Às vezes, quando pessoas de países que falam inglês observam filmes suecos, eles podem dizer “Esse é um bom ator”, porque eles podem ver o sentimento por trás das falas, mesmo que eles não entendam.
K: Talvez seja por isso que Wallander alcançou tanto sucesso internacional, mesmo que Krister Henriksson não fique orgulhosa pelos filmes.
K: O que você está fazendo no momento?
B: Filmando para o Hulu. Eu não acho que temos Hulu na Suécia, as grandes empresas são Netflix, Amazon e Hulu e provavelmente nessa ordem também. Hulu fez The Handmaiden’s Tale, que foi exibido na HBO Nordic. A série se chama Castle Black e Stephen King é produtor exclusivo.
K: Ele gosta de você.
B: * Risos * Pelo menos aqueles que estão por trás do projeto gostam de mim. Castle Black é uma cidade muito presente nos livros de King. Não tenho permissão para dizer nada ainda, mas há uma nova história em cada temporada e estou na primeira. Vou para Boston na Segunda-feira, é um personagem divertido, interessante, e diferente do que já fiz até agora, mas ainda asim segue a linha assustadora.
K: Typecasting, isso te preocupa?
B: Eu não sei. Eu acho que, como ator, você precisa trabalhar contra o seu tipo, tendo a certeza de que você não está trabalhando com a mesma coisa repetidamente, para obter novos desafios. Com isso dito, eu gosto de personagens obscuros, histórias que eu não tenho nada contra. Isso me inspira.
K: Você conheceu o Stephen King?
B: Não.
K: Eu vi uma entrevista que ele disse que gostou de você como It.
B: Sim, ele gostou do filme, o que é incomum já que ele é bastante difícil de impressionar. Se ele gosta de algo, ele fala. Se ele não gosta de algo, ele fala. Mas ter dito que gostou, isso significa muito para todos os envolvidos.
K: Em entrevistas anteriores, você disse que não tem casa. Você tem?
B: Não.
K: O que você quer agora?
B: Minha namorada e eu estamos à procura de lugares em Estocolmo agora, mesmo que provavelmente eu não passe muito tempo lá. Eu nunca tive nada, então já está na hora. Estocolmo sempre será minha casa, mesmo que eu viva em outro lugar.
K: Você quer recomendar algo?
B: Eu tenho ouvido o podcast do Sam Harris chamado The Waking Up Call. Há convidados interessantes e você vai gostar se você gosta de política, ciência e questões essenciais. Eu não concordo com tudo o que ele diz, mas há boas discussões.
K: Quem você acha que eu deveria entrevistar no Värvet?
B: Eu não sou bom nisso … eu não sei.
K: Está tudo bem, eu preciso tirar uma foto com você antes de o tempo acabar. Muito obrigado por esta entrevista.

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VÍDEO: Bill Skarsgård nos bastidores de seu ensaio para a revista Esquire
09.14

Hoje, 13/09, o site da revista Esquire divulgou o vídeo dos bastidores do ensaio fotográfico de Bill Skarsgård, que será capa da próxima edição da revista. Assista abaixo:

Century of Style: Bill Skarsgård for Esquire Magazine #billskarsgård

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