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DREAD CENTRAL: Bill Skarsgård conta que Andy Muschietti o ajudou a conseguir papel em It – A Coisa, em entrevista
09.02

Divulgada ontem, 01/09, a curta entrevista de Bill Skarsgård para o site Dread Central revela que Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa“, o ajudou a conseguir o papel de ‘Pennywise‘. Leia abaixo:

Bill, você dedicou-se muito ao visual – como você trabalhou com as câmeras para criar a performance de Pennywise?
Foi algo interessante para mim porque eu fiquei muito envolvido. Eu queria estar envolvido e eu me importo com o filme que estou fazendo. Mas o filme é do diretor e você faz uma cena e o diretor diz: “Tente fazer isso de outro modo”. E então você faz da maneira que ele quis e ele responde: “ok, bom”. E você fica “Certo, Ótimo”, principalmente nesse porque [eu queria ver como a maquiagem estava ajudando na minha performance]. Geralmente eu não sinto a necessidade de ficar ‘Posso ir e ver como estou?”, Você sabe? Mas com essa caracterização eu não tinha ideia de como eu estava ficando. Eu não sabia como meu rosto com a maquiagem ficava e como isso transmitia para a tela, então foi a primeira vez que eu fiquei muito curioso em ver o que nós estávamos fazendo. O estúdio não me deu nenhum acesso às gravações, mas Andy me deu e me dizia: “Aqui está, você pode olhar as gravações”. Então eu sentava e meio que estudava o que nós já havíamos filmado porque eu senti que era importante para esse papel ver o que eu estava fazendo e como eu estava me saindo em frente às câmeras. Todas as coisas eu pensei com o Andy, eu conversei sobre elas com o Andy, e interpretei para as câmeras com toda aquela maquiagem e todas as coisas da caracterização.
Para a sequência deverá ser diferente, pois eu estou tão acostumado com a caracterização do personagem agora. O medo e não ter medo são um tópico para o filme, certo? Eu sabia disso quando o estava filmando. Mas a audição para este filme foi muito divertida de se fazer. Tipo, “Você irá auditar para Pennywise. Você pode fazer o que quiser com ele”. Não havia nenhuma instrução. Não havia nada que descrevia porque Pennywise tinha que ser desse jeito ou de outro. A ‘Coisa’, poderia ser uma mulher. A ‘Coisa’ poderia ser um homem. A ‘Coisa’ poderia não ter etnia. Não havia nada que limitava o personagem. Todos os personagens que eu já fiz tinha uma descrição do tipo: “oh, esse é um cara e ele tem 20 anos e você sabe que ele faz algumas coisas erradas”. Os personagens que faço em audições são sempre limitados a quem você é na vida real, mas esse não era. Então eu fiquei: ‘Esta é uma audição, eu posso fazer algo divertido para a cena, independente que seja para a audição’. E então isso foi todo um processo. E quando eu finalmente consegui o trabalho eu pensei: “Put* merd*, eu estou fazendo isso agora”.
No primeiro momento eu fiquei: “Eu vou conseguir a porr* desse papel”, e então eu fiquei: “Eu consegui o trabalho! Ai meu Deus, o que eu faço com ele agora?, Talvez eu apenas tenha enganado todas essas pessoas que acreditaram em mim”. Então eu tive um pouco de medo com isso, na verdade eu sempre senti medo porque Andy estava realmente brigando por mim durante o processo de escalação. Ele me queria a ponto de convencer todos os chefes envolvidos na criação do filme. Eu estava em Toronto, me preparando para a produção e fiquei: “Como eu vou fazer isso?”, E você sabe, começa ficar assustador quando existem pessoas expressando suas opiniões e ansiedade, e eles poderiam ter expectativas de algo que eu não seria. Eu percebi que as pessoas estavam mais ansiosas para qualquer merd* que eu fosse fazer no filme. E então, eu pensei: “Bem, Andy acredita no que eu estou fazendo aqui e a Barb [produtora] também. Eles demonstraram o quão felizes eles estão por me terem aqui e eles acreditam em mim”. Então isso foi o bastante para eu afirmar para eu mesmo: “Bill, apenas se jogue de cabeça”. Eu sabia que eu não poderia ter medo e não poderia abandonar nada aqui. Eu confio no Andy e eu confio na Barbara e eu darei a eles o melhor de mim. Eu só vou superar meu medo se eu fazer o melhor de mim. Se não fosse dessa maneira, o filme não seria capaz de ser feito e eu não seria capaz de fazer o personagem de outra maneira.

Teve algumas influências em relação à performance de Tim Curry como ‘Pennywise’ no filme de 1990?
Eu acho que de alguma maneira nós nos aproximamos.
Da minha parte, eu quis fazer algo diferente. Eu queria fazer a minha proposta interpretação na minha performance de Pennywise. Andy também, ele desenhou o figurino e a caracterização, e tudo está completamente diferente, uma nova versão. Eu acho que está tão diferente que voce conseguirá entender os dois sem ter interferências, sabe? Então, Andy consegue responder melhor essa pergunta, até mesmo ao me escolherem para o papel, nós não queríamos fazer o personagem mais velho. O Pennywise que Tim Curry fez foi muito bom. Nós fizemos algo diferente.

“É uma benção e uma maldição”, diz Bill sobre ser um Skarsgård, em entrevista à Entertainment
09.01

Hoje, 31/08, foi liberada a entrevista de Bill Skarsgård para o site Entertainment. Confira abaixo a tradução:

 

LOS ANGELES — “Tiveram muitos atores incríveis que tentaram conseguir esse papel e os mesmos tiveram audições muito boas – Andy (Muschietti, o diretor) disse isso várias vezes. Mas ele me escolheu“, relembra Bill Skarsgård, membro da renomada família de atores Skarsgård, sobre seu papel de protagonista em “It: A Coisa”.
Interpretando o mal em formato de palhaço, Pennywise, na adaptação cinematográfica do Bestselling de Stephen King, talvez possa fazer com que Bill torne-se uma estrela por mérito, e que o permita dar um passo a frente da sombra de seu pai, Stellan, e de seus irmãos Alexander, Gustaf e Valter.
O filme trará um merecido reconhecimento para Bill, que esteve gradualmente construindo uma carreira, começando na Suécia, e então pulando para filmes nos Estados Unidos (Convergente, Atômica) e a série (Hemlock Grove)

O ator de 27 anos está gravando “Castle Rock“, uma série dramática de terror escrita por King e J.J. Abrams, terminou os filmes, “Assassination Nation” e “Battlecreek“, e irá retornar para “Ascendente“, sequência da Saga Divergente para TV, como Matthew.

Após ter ouvido que todos esses intervalos poderão mudá-lo, o ator dispara: “Se eu me tornar um metido, ou começar ter tendências metidas, por favor, deixe-me saber, porque eu irei atirar em mim mesmo (risadas). Eu acho que não devemos ser desse jeito (metido), eu cresci em um lugar onde tratamos todo mundo igualmente.”
Ele tem estado tão ocupado com o que ele faz que ainda não tem um lugar que ele pode chamar de casa. Mas ele deve comprar uma casa em Estocolmo em breve.
Eu gosto de estar em LA, mas eu não acho que eu quero viver aqui”, ele explica. “Estocolmo é um lugar bom para qualquer pessoa, pois esta cidade [LA], é a cidade que muda sua percepção de vida. Mas, Estocolmo é o lugar que tem minha família e meus amigos, lugar onde sempre morei em toda minha vida. Isso tem um grande efeito em mim”.

Medindo 1,92, corpo atlético e bonito, Bill é a última pessoa que você esperaria incorporar o predador terrível, Pennywise. Mas, com o grande talento de Bill – e com a ajuda de sua malevolente maquiagem de palhaço (que era aplicada em 2h30) – ele tornou-se a ‘Coisa‘.

Ter vários Skarsgårds no mundo do entretenimento é mais fácil ou mais difícil para você, principalmente para a construção de sua carreira?
É uma benção e uma maldição. Em qualquer lugar que eu vá, eu sempre serei associado à minha família. Quando eu era mais jovem, isso me incomodava muito. Eu comecei na Suécia, que é um país pequeno, e minha família é realmente muito grande lá (risos). Então, isso é mais aparente na Suécia.
Quando você amadurece, você cresce em relação a isso. Mas, quando você é jovem, você não quer ser julgado por ser você mesmo, “Oh, você acha que ele é bonito? E você acha que ele é pior que o irmão dele? (Risos)”, ou, ‘Ele é definitivamente mais magro”.
Isso me irrita às vezes. Quando eu era mais novo, eu percebi que eu teria que me erguer sozinho. Porém, quanto mais eu me estabilizo como ator e fico mais velho, eu começo ficar cada vez mais orgulhoso da minha família. Tem uma maneira saudável de lidar com isso.Vir da família Skarsgård têm muitos benefícios. Mas, tem pontos baixos, como sempre. Eu espero que eu continue conseguindo trabalhos, que eu consiga me estabilizar e ter uma carreira em que eu não sou apenas o filho ou irmão de alguém. Eu quero apenas ser eu.

Você pode dizer como era o clima no estúdio e sobre trabalhar com as crianças? Você se manteve longe deles antes de fazerem as cenas juntos?
A primeira vez que eu estive com as crianças foi na leitura do roteiro. Foi a pior leitura de roteiro que eu fiz porque eu ainda não havia desenvolvido o personagem. Você tem os executivos do estúdios e produtores, e eu tive que ler as falas. Eu ainda não estava confortável em revelar o personagem – ele [personagem] ainda estava em criação.
A primeira vez que eu fiquei com as crianças, eu disse: “Oi, eu sou o Bill. Eu vou interpretar o palhaço que irá tentar matar vocês (risos)”. Eles foram muito legais. Então, eu conversei com Andy e ele disse: “Tive a ideia de manter você separado das crianças”. Atores mirins podem ser completamente brilhantes quando eles são bons, mas também tem uma “delicadeza” ao trabalhar com eles. Você precisa saber lidar muito bem com eles para a interpretação ser a melhor.
Mas, quando você fica mais velho, você entende mais sobre o que você está fazendo. Então, nós tentamos ser estratégicos com isso. Nós decidimos me manter saparado deles. Foi a produção de filme mais solitária que eu já fiz, porque eu não trabalhei o mês e meio que as crianças trabalharam. Andy e a equipe estavam saindo com eles aos finais de semana.
Eu estava sozinho tentando lutar com esse palhaço demoníaco que eu iria interpretar. No meu primeiro dia de gravação, as crianças não me viram com a maquiagem. Eles ficaram completamente separados de mim. Eles já estavam gravando há um mês e meio e eles viraram melhores amigos. Eles ainda não haviam visto o palhaço.
Então, isso foi muito antecipado, aumentou bastante a expectativa no primeiro dia de gravação com as crianças. Foi uma cena no filme em que eu saí de uma geladeira. Foi uma cena muito intensa. Foi a primeira cena que eu filmei com Jack Grazer. Eu estava muito perto do rosto dele, cuspindo e gritando nele.
A primeira vez que ele me viu, ele disse: ‘Wow, isso foi incrível (risos)’. E eu respondi: ‘Sim, Ok. Como você está?’ Mas eu não o conhecia, e a cena foi intensa, eu estava tentando manter a mesma essência. Então, eu andei pelo cenários, incorporando e rindo maníacamente, fazendo sons estranhos e gritando no mesmo tom da cena. Quando eles disseram “Ação!”, Eu estava respirando o mesmo se que Jack. Eu gritei e babei praticamente na cara dele.
Jack estava chorando e ele começou a gaguejar, porque o personagem dele tem um tipo de gagueira. Ele estava histérico. No mesmo momento em que eu estava fazendo aquilo, eu estava comprometido a fazer aquilo, eu também estava pensando: “Que diabos eu estou fazendo? Eu estou traumatizado uma criança, agora eu traumatizei está criança?” E eles disseram “Corta!” E eu perguntei: “Você está bem, Jack?” E ele respondeu: “Sim, cara! Você foi ótimo! Eu amei o que você estava fazendo com o personagem”. Eu pensei que estava traumatizando a criança, mas ele estava amando o que eu estava fazendo.

Você acha que uma vez que esse filme será lançado, sua vida pessoal em relação a encontros ficará mais interessante?
Eu não sei, porque Pennywise é um grande contraste em relação ao que eu interpretarei em “Castle Rock” em Hulu, que também faz parte do mundo de Stephen King (risos). Isso não irá ajudar (com encontros), eu acho. Muitas garotas ficarão desapontadas (riso).
Na vida real, eu sou muito legal, se é disso que você está falando. Eu gosto de beber chá e assistir séries à noite.

Agora que você está se tornando famoso, sua vida começou mudar?
Minha vida não mudou muito. Eu continuo não tendo uma casa em nenhum lugar (risos). Eu não sei como será a mudança. Eu não penso muito sobre isso. Bem antes do filme eu percebi que as pessoas estavam realmente empolgadas com o filme, isso é diferente. Tipo, eu estava no aeroporto de Boston semana passada e quando eu estava passando pela segurança e mostrei o passaporte, o cara me olhou e disse: ‘Você está relacionado com o ator?’ e eu respondi: ‘Sim, eu sou. Eu sou o filho dele, ou irmão dele, dependendo de quem você está falando”, e ele disse: ‘Mas é você, certo?” E eu pensei ‘O que ele quer dizer?” E ele continuou: “Você fará o Pennywise”. Então eu acho que houve uma pequena mudança nisso. E ele falou: “Mal posso esperar para o filme, cara!”. Ele estava tão animado e realmente aparentava ser alguém que gosta de filme de terror, se isso faz sentido (risos).

Você irá retornar para a segunda parte do filme?
Eles estão trabalhando nisso agora e eu realmente espero estar (na parte dois), porque eu amo tanto trabalhar com Andy. Eu espero fazer parte do processo de caracterização para o próximo filme. Eu estou animado com essa tarefa, porque será um filme diferente precisa de um Pennywise diferente, pois estaremos lidando com adultos. Eu estou realmente animado para a sequência

VÍDEO LEGENDADO: Bill Skarsgård revela sua opinião final sobre “It: A Coisa” e mais; assista
08.31

Na tarde de hoje, 30/08, a primeira entrevista de Bill Skarsgård realizada durante a coletiva de imprensa em 27/08, em Los Angeles, foi liberada! No vídeo, o ator comenta sobre ser fã da obra de Stephen King, atuar ao lado de crianças e revela sua opinião final após ter assistindo “IT: A Coisa“!

LEGENDADO: Entrevista de Bill Skarsgård na coletiva de It – A Coisa from Bill Skarsgård Brasil on Vimeo.

Entrevista de Bill Skarsgård para o site britânico Metro
08.30

No último domingo, 27/08, Bill Skarsgård concedeu diversas entrevistas para meios de comunicação de todo o mundo. Abaixo, confira a entrevista completa do ator para o site Metro.co.uk!

As reações precipitadas foram positivas, mas comparações inevitáveis com o filme de Tim Curry e com o longo período de produção significa que o novo filme teve um início agitado.
A escalação de Bill Skarsgård marcou um passo significante no desenvolvimento do filme, e ele também se juntou ao elenco de mirim com Jaeden Lieberher, Finn Wolfhard, Jack Dylan Grazer, Wyatt Oleff, Chosen Jacobs e Jeremy Ray Taylor.
Metro.co.uk conversou com Skarsgård e Lieberher para discutir sobre reinterpretar um personagem tão icônico como Pennywise, o pesadelo dos adolescentes em 1989 até hoje.

Sempre terá inevitáveis comparações ao icônico Pennywise de Tim Curry – o que você trouxe para a ‘Coisa’ de diferente?
Sempre foi importante para mim reinventar a ‘Coisa’ e reinterpretá-la de uma maneira diferente.
Por sorte, eu cresci com a performance de Tim e eu estava muito familiarizado com isso como um grande fã quanto como ator. Então, meu processo de preparação para o papel foi, ‘ok, isso precisa ser diferente’, e eu acredito que nós fizemos isso, acredito que este Pennywise é diferente e eles irão gostar– não é necessário compará-los, mas você poderá apreciar os dois, mas o que foi importante para mim foi fazer algo novo e original para o personagem.

Você já teve alguma tentativa de conseguir um papel em algo clássico do terror?
Obviamente. Durante todo o processo de audição eu estava completamente comprometido e animado que eu tinha conseguido uma audição para It e foi uma audição criativa e divertida, eles não pediram para que você de certa maneira, a audição foi com a minha própria interpretação de como este monstro poderia ser. Então foi muito criativo e livre.
Você nunca acha que você conseguirá o trabalho, quando eu estava em Toronto e pensei: ‘Puta merda, eu estou fazendo isso’ e depois meu primeiro pensamento foi “Eu quero este trabalho”, e então quando eu consegui, eu estava tipo: “wow, agora eu realmente preciso fazer isto”.
Então, tive noites sem dormir enquanto eu pensava sobre descobrir da minha maneira o personagem, porque houve muita antecipação – mas Andy [Muschietti, o diretor] acreditou em mim e me apoiou. Isso foi muito importante para mim e me deu a confiança que eu precisava para fazer o personagem.
Então, nós experimentamos a maquiagem e a aparência do personagem e ele começou viver através desse processo – o estúdio divulgou uma imagem do personagem antes de eu começar gravar, então as pessoas já tinham opiniões sobre o personagem.
A parte estranha dessa antecipação foi que eles visualizaram o projeto e algumas pessoas tiveram opiniões sobre o personagem antes mesmo deles assistirem ao filme, então eu disse para mim mesmo me manter longe dos comentários na internet porque isso poderia não me ajudar.

Jaeden, conte para nós sobre a primeira vez em que você viu o Pennywise de Bill Skarsgård…
Eles os mantiveram longe de nós no primeiro mês de gravação, quando nós estávamos filmando algumas partes legais com as outras crianças – eles ainda estavam desenvolvimento o personagem e então eles divulgaram a imagem antes de nós vê-lo.
Então, a primeira vez que eu o vi foi durante a cena em que ele estava atacando Eddie. Richie e eu tínhamos que invadir o quarto dele e salvá-lo e foi um pouco perturbador quando ele apenas virou o rosto e olhou para nós.

Ele continuou no personagem, ou você conseguiu conhecê-lo?
Quando nós estávamos no set ele conversava com a gente e ele era muito legal, mas ele realmente conseguia entrar no personagem em cinco minutos antes da cena. Ele começava andar pelo quarto falando com ele mesmo e começava rir com aquele figurino estranho. Então, nós definitivamente não queríamos falar com ele assim.

Bill, você menciona que a audição foi divertida, um processo criativo – quanto do Pennywise da audição foi para o personagem final?
Eu não lembro muito o que eu na audição! Eu acho que ele mudou, mas ainda existe uma essência dele que estava na audição que eu fiz,.
Quando eu fiz o teste, eu não sabia como ele seria, então eu tive que brincar com a imaginação de como o trabalho seria. Então, eu coloquei o figurino e a maquiagem e depois começamos adicionar elementos para os movimentos, expressões e voz. Mas eu acho que desde cedo houve uma essência que trabalhamos desde o início, mas eu nunca fiz um personagem como este antes, foi algo novo para mim fazer um personagem tão transformista… Desde os movimentos até mesmo até a voz… É muito diferente de como eu sou é isso tem sido uma grande nova experiência e algo que estou amando fazer.

Andy foi aberto para colaborações, quanto você ajudou na criação de Pennywise?
Nós colaborando juntos no processo – tenho que dar crédito ao Andy porque ele é muito talentoso e teve um processo de criação incrível para a caracterização porque ele tem um grande talento para desenhar croquis e grande parte de como o Pennywise seria foi ideia dela. Quando ele trabalhou com os caras das próteses junto comigo, adicionamos em minhas ideias algumas coisas dos meus pensamos iniciais.

Mas todo o processo foi uma colaboração e descobrimento… Eu nunca concordaria com algo que eu não me sentiria feliz fazendo. Nós trabalhamos em algo que todos os envolvidos estavam animados em fazê-lo.

O filme terá uma parte dois – o que você pode nos contar sobre ela?
Estou no filme, mas isso é tudo o que eu posso dizer, nós estamos em pré-produção e estou conversando com Andy sobre e como será. É uma história diferente, masestou animado para interpretar o personagem e teremos mais para explorar sobre quem o Pennywise é.

Bill, existe uma grande profundo no Pennywise que realmente aparece nos momentos finais quando ele percebe que as crianças não têm medo dele, isso realmente é muito legal de perceber no personagem, mas também adiciona uma antecipação para a parte dois…

Você me dizer isso me deixa feliz porque foi isso que eu queria que as pessoas sentisse. Eu trabalhei muito duro, então esse é gratificante ter pessoas se sentindo assim.

Tem uma grande mudança no Pennywise da primeiro cena para a última cena e tem uma jornada até lá, estou grato que você disse que isso mexeu com você – é exatamente isso que eu quero que as pessoas sintam, ‘espere um minuto, o que é essa coisa?’ e eu acredito que é isso que eu quero e é para onde quero chegar para o segundo filme. Quero mergulhar dentro dos espaços psicológicos e metafísicos desse ser tridimensional.

Pennywise é um personagem com a aparência muito infantil, que o ajudo a conectar-se com as crianças, nós podemos esperar uma ‘Coisa’ diferente 27 anos depois, uma que tem que lidar com os medos dos adultos?
Sim, eu acho que nós iremos ver onde isso irá chegar. É definitivamente envolvido….. Lendo o livro, assistindo ao filme e conversando sobre a sequência. Nós temos que inovar e não apenas fazer a mesma coisa novamente, então estou muito ansioso com todo esse processo.

(mais…)

SCANS E ENTREVISTA: Bill Skarsgård fala sobre isolamento e preparação corporal para interpretar ‘Pennywise’ em “It: A Coisa”
08.23

Em recente entrevista à revista Horrorville, Bill Skarsgård comentou sobre sua preparação e isolamento para viver o personagem ‘Pennywise‘ em “It: a Coisa”! Leia o trecho abaixo e confira os scans da matéria.

Existem muitos espíritos no mundo de Stephen King. O que faz Pennywise ser tão tenebroso?
Ele é relativamente relacionado às crianças, porque palhaços são criados para serem legais e divertidos. Crianças são pretensas a gostarem deles. Pennywise é a definição de falsidade. Ele tem essa máscara alegre e legal, mas ele tem um objetivo muito sinistro, que é comer crianças. O contraste do palhaço ser mau é algo muito perturbador. As crianças são vítimas dessa criatura, que é muito cruel.

Como que a voz e o andar de Pennywise surgiram?
A voz mudou um pouco desde a minha primeira audição sobre como seria no filme. Isso foi um processo de exploração que teve o maior efeito. Você tem que ter o efeito máximo toda vez em que você vê Pennywise. Teve muita atuação em frente ao espelho em termos de brincar nos ensaios com as expressões e como ficariam as expressões de maneiras diferentes. Eu também fiz diversas gravações, onde eu gravava minha própria voz e treinava de qual maneira minha risada iria soar, e como minha voz ficaria. Essas foram as partes mais divertidas do personagem, criar do nada como esse personagem iria soar, olhar e se movimentar. É uma performance física. Eu treinei com um treinador de expressões corporais em Toronto e explorei como meu personagem se movimentaria. É algo que se deixa na imaginação, então é algo que eu poderia criar o que eu queria para essa coisa.

Existe um aspecto mental sobre interpretar Pennywise?
Isso depende de como e onde estávamos filmando no dia. Por causa da maquiagem e da fantasia, todo o vestuário era inconfortável. No processo de ser maquiado, vestir o figurino e ter contatos, eu fiquei isolado do resto da equipe e do elenco, exceto de dois caras que cuidavam das minhas próteses e meu supervisor de figurino. Eles foram meu Pennywise Squad. Eu fiquei isolado de muitas pessoas nos estúdios e eu acostumava usar isso a meu favor para me manter focado e tentar capturar uma essência para quem o personagem era em determinada cena.

Você teve alguma conversa com seus parceiros de cenas mirins?
A primeira cena eu fiz com Jack Grazer, que interpreta Jack, foi realmente uma sequência muito intensa, onde eu estava realmente muito próximo de seu rosto. Ele estava chorando e muito assustado. Foi a primeira vez que ele me viu. Eu disse: “Ei, como você está?” E meio que mantive minha distância para me preparar para a cena que estávamos indo fazer. Eu queria criar essa tensão para trazer a melhor performance de dentro dele. Nós fizemos a cena. Eu estava babando, no rosto dele. Ele estava chorando e ficando com falta de ar. Então, quando falaram “Corta”, e eu o questionei: “Você está bem?” E ele respondeu: “Sim, foi incrível! Você foi bem demais, continue assim”. Nesse momento, eu percebi: “oh, não estamos trabalhando com pequenas crianças, eles são atores e sabem realmente o que estão fazendo”.

Qual cena você está mais animado para ver a adaptação do livro para o filme?
A cena da tempestade. É a cena mais icônica do livro, filme e série. Eu realmente espero que as pessoas respondam essa cena e que eles gostem do que planejamos e fizemos.

 

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SCANS > HORRORVILLE – SETEMBRO 2017

 

Scans via skarsjoy.tumblr.com

EMPIRE MAGAZINE: Nova imagem de Bill Skarsgård caracterizado de ‘Pennywise’ + trecho de entrevista são liberados
08.08

A menos de um mês para o lançamento mundial do reboot “It: A Coisa‘”, Bill Skarsgård, que interpreta o assustador palhaço Pennywise, contou à revista Empire que teve pesadelos com seu personagem durante semanas após o término das gravações. Confira abaixo o pequeno trecho da entrevista liberado pela revista:

  • Esse filme tem que ser tão eficaz quanto o livro e a série, eu tenho que assustar  uma geração​ inteira“, Skarsgård diz para a Empire em sua nova edição. “No meu ponto de vista, Pennywise tem funções muito simples. Nada de mais irá acontecer em termos relacionados aos pensamentos dele — ele é animalístico e instintivo“.
    De alguma forma, ironicamente, Skarsgård admitiu que Pennywise infectou seus próprios sonhos após o filme. “É divertido“, ele diz, “Eu retornei para a Estocolmo depois que nós terminamos de gravar, e durante todas as noites por duas semanas, eu tive esses recorrentes sonhos estranhos com o Pennywise. Eu era ele, mas eu estava de alguma maneira em um cenário errado. Eu estava chateado que as pessoas poderiam ver meu rosto. Foi surreal. Eu não consigo explicar“.
  • 5~119.jpg5~119.jpg5~119.jpg

 

Bill Skarsgård dublará ‘Moomintroll’ na animação sueca “Moomins and the Winter Wonderland”
08.04

O site The Hollywood Reporter divulgou hoje, 04/08, a notícia em que Bill Skarsgård irá dublar o personagem ‘Moomintroll” na animação sueca “Moomins and the Winter Wonderland“. Além de Bill, seu pai Stellan Skarsgård e a atriz Alicia Vikander também emprestarão suas vozes aos personagens da animação. Veja abaixo o trecho de Bill comentando sobre o filme:

“Estou muito animado para fazer parte deste adorável projeto e trazer o fantástico mundo de Tove Jansson para as telonas. Eu cresci com minha mãe e meu pai lendo Moomin e suas aventuras para mim na hora de dormir, então não será a primeira vez que eu ouvirei a voz de meu pai como Moominpapp.”

Em entrevista, Bill Skarsgård revela ter passado por noites de insônia durante o período de filmagens de “It: A Coisa”
08.01

Presente na edição de setembro da revista OUT, Bill Skarsgård revela que houve momentos durante as filmagens de “It: A Coisa‘” que o fez ter noites de insônia e confessa ter sofrido bullying na infância por ser um Skarsgård. Confira as fotos e leia a entrevista traduzida abaixo:

Meus olhos são um pouco loucos“, conta Bill Skarsgård com um sorriso em seu rosto. “Então, eu consigo muito bem ser assustador“, vestido em uma jaqueta de lã, com seu cabelo baixo com o gel, o ator sueco de 27 anos se acomoda no sofá de uma suíte em um hotel em West Hollywood, tendo que sobreviver ao longo dia cheio de entrevistas com repórteres estrangeiros.
Skarsgård tem aquele olhar, especialmente quando ele mantém aquele olhar fixo. É um vestígio de olhar de um assassino, esquisitamente meio psicopata. Agora, pegue essa pessoa e adicione maquiagem de palhaço.
Foi por isso que Andrés Muschietti e seus produtores quiseram quando pediram ao Skarsgård comparecer à segunda audição para a nova adaptação da obra clássica de Stephen King, “It: A Coisa“. Eles o consideraram para o papel principal, o palhaço assassino que aterroriza um grupo de crianças transformando-se em seus pesadelos antes de devorá-las. Skarsgård diz que as cenas que ele havia lido inicialmente para o Pennywise eram completamente aptas à novas interpretações. As cenas não especificavam gênero, raça ou idade, o que fez as audições serem as mais divertidas que ele já fez –, e com certeza, com os melhores feedbacks que ele já teve.
Eu fiz minha namorada colocar maquiagem em mim pela manhã e então eu andei por Hollywood com o rosto pintado de palhaço.“, Ele relembra, mais uma vez rindo. “Eu pensava: ‘isso realmente é humilhante, o ápice de um ator fazendo audição em Los Angeles. Mas eu estou feliz por estar fazendo isso“.

Evidentemente, Muschietti teve que o escalar, “Bill tem este incrível balanceamento entre coisas infantis e coisas malignas– ele tem uma aparência muito, muito intensa.”, Disse o diretor argentino uma semana depois de nossa entrevista.”Eu disse para ele que o queria nessa equação. Na pós-produção, eu falei que eu teria que mudar a direção de um de seus olhos e então o teríamos olhando para diferentes direções, e ele disse: ‘oh, eu posso fazer isso’ – e ele fez isso na minha frente’.
Previsto para ser lançado em 07 de setembro, ‘It: A Coisa‘ será o maior papel de protagonista de sua carreira. As expectativas estão altas, considerando a fama do primeiro filme. A minissérie dos anos 1990, estrelado por Tim Curry não ajudou os dois. Porém, ambos Muschietti e Skarsgård estão confiantes com o resultado final de seus projetos.
Um dos conceitos que utilizamos foi fazer a ‘Coisa’ um monstro tenebroso.”, Diz Muschietti. “Tim Curry [fez] um grande personagem icônico, mas [esta] performance está tão boa quanto.. eu acredito em acidentes planejados, então eu basicamente dei a Bill a liberdade de ser louco. Ele se levou ao limite, a um ponto que, a cada take, ele fazia algo diferente. Ele me surpreendida a cada momento.“.
Skarsgård adiciona: “A energia do personagem é que ele não faz sentido para as pessoas. Você nunca sabe o que ele fará a seguir, a imprevisibilidade dele é inquietante“.

Antes de conseguir seu papel, Skarsgård diz que já leu as 1.200 páginas do livro de Stephen King, marcando os momentos importantes e grifando pistas sobre as origens seu personagem, como por exemplo a parte em que Muschietti citou em uma recente entrevista: ‘Pennywise come crianças porque é isso que monstros antigos fazem’.

Além disso, Skarsgård admite que algumas vezes ele teve que parar e relaxar: “Eu tive algumas noites de insônia e sentimentos muito ruins de ansiedade, momentos em que eu pensava: ‘Puta merd*, eu estou entrando nesse personagem, que p*era irá acontecer se eu não conseguir sair dele?’.
Sua performance certamente será comparada ao Pennywise de Tim Curry, que tornou-se um clássico do terror. Mas, como o quarto membro do clã Skarsgård a tornar-se ator, depois de seu pai, Stellan Skarsgård (God Will Hunting, The Girl With the Dragon Tattoo), e de seus irmãos Alexander (True Blood, Big Little Lies) e Gustaf com a série do History, Vikings, Bill já está familiarizado com aqueles que o colocam nas sombras de sua família.
Quando eu comecei a trabalhar na Suécia, haviam pessoas que realmente me odiavam” ele diz sobre seu trabalho mais antigo, quando ele tinha apenas 10 anos de idade. “Crianças, da porr* do jardim de infância diziam: ‘Você acha que você é legal só porque seu pai é Stellan Skarsgård, huh?’ e eu respondia: ‘Não? Nem tanto.’, mas eu poderia entrar em brigas com frequência. [As pessoas] acham que são capazes de dizer: ‘este cara não conseguiu essas coisas porque ele realmente mereceu – ele conseguiu isso de graça‘.”
No entanto, depois de anos de atuação e com a realização de que nada mais pode o magoar, Skarsgård se encontrou em sua carreira. Isso significa que ele encontrou uma maneira de navegar por cima de todas as críticas– o que não é algo fácil para uma pessoa que raramente pede ajuda. “Eu sempre fui uma pessoa independente– quando eu queria“, ele diz. “Se eu tivesse [uma crise], eu poderia conversar [com a minha família], mas eu não faria isso porque eu sou um idiota”.

Skarsgård, tem, no entanto, a mentoria de Muschietti, o diretor de It, que sempre o assegura quando gosta e acredita nas escolhas do ator. Isso deu a Bill a confiança que ele necessitava.
Eu apenas digo para mim mesmo: ‘Algumas pessoas vão odiar o que você está fazendo e outras pessoas vão amar o que você está fazendo‘”, ele diz. “Eu tenho que experimentar os dois, e fazer algo que, se eu estivesse na plateia, eu iria gostar“.
Ele continua, “É muito fácil dizer que está terminado– concordar e discordar com as pessoas que não gostam de você, você tem que ser capaz de se separar [do trabalho]. Mas eu gosto do que eu fiz, enfia se você não gostar, é muito ruim“.

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > OUT MAGAZINE – AGOSTO 2017

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Bloody Disgusting: Bill Skarsgård conta detalhes sobre sua interpretação de ‘Pennywise’, em “IT: A Coisa'”
07.28

Em entrevista exclusiva para o site Bloody Disgusting, Bill Skarsgård comenta sobre sua exploração para tornar-se o novo ‘Pennywise‘ em “It: A Coisa'”.

Inspirada na novela original de Stephen King lançada em 1986, Andy Muschietti dirigiu “IT” com uma grande quantidade de fãs do gênero especulando sobre o que esperar da adaptação. No entanto, a nostalgia fez com que alguns fãs recoressem às minisséries originais para relembrar como a performance de Tim Curry como o infame Pennywise tornou-se um dos ícones mais memoráveis da história dos filmes de terror, com incontáveis fantasias de cosplay, redencoes artísticas e inspirando crianças do mundo todo a terem medo de palhaço por anos. Seguir os passos de Curry é um desafio, mas Skarsgård acredita que ele e o diretor Muschietti cravaram algo realmente especial que irá deixar o público esperando pela segunda parte.
Eu trabalhei muito duro para criar minha própria interpretação do personagem de Stephen King”, diz Skarsgård sobre seu papel na versão 2017 do personagem. “A performance de Tim Curry é indicutivelmente iconica, mas toda [minissérie], para mim, de longe, é algo que se deveria fazer um remake, ou até mesmo uma re-adaptação, isso mostra o quanto eu quer ver o filme. Não é um remake da série da TV, mas é uma re-adaptação do livro de Stephen King”.

Esta é uma distinção importante dos olhos do ator estrela de IT. Ele não está tentando recriar o filme original que todos nós crescemos assistindo a personagem lendária de Curry, mas sim tentar criar um trabalho original criado por King.

Baseado nos anos 1980, a novela original, simplesmente intitulada “IT“, segue uma gangue de amigos que se referem como “The Loser’s Club“, que passam seus tempos livres como qualquer criança que vive em uma cidade do interior, onde não tem muitas coisas para se fazer – escalando morros, nadando em rios, fazendo piadas e sofrendo bullying por aqueles que querem puni-los por serem menos populares que os outros. Aos poucos, cada criança da gangue começa ter encontros surreais com a misteriosa criatura, cada circunstância estranha envolvendo o estranho palhaço, que sabe cada medo delas e os trazem de forma horrível te para a superfície.
Uma vez que a equipe percebe que todos eles estão vendo o mesmo palhaço, eles começam desvendar o mistério dessa pequena cidade e começam entender que eles estão lidando com muito mais do que um fragmento de suas imaginaçoes – é o mal por si próprio, manifestado em diversas formas, e chegando para pegá-los, um de cada vez.
Eu acho que são quase 1.200 páginas, mas eu usei o livro porque o que estava no Script não demonstrava muito sobre quem o personagem é“, diz Skarsgård. “Eu li o livro e fiz muitas anotações sobre todas as coisas que descreviam Pennywise de algum modo, ou que descrevia a “Coisa” de alguma maneira. Tem muitos capítulos ótimos onde a ‘Coisa’, a entidade, é o narrador. Você ouve seus pensamentos e o que ele acha de todas aquelas coisas, existe um grande material para se inspirar e para pensar sobre ele, como: ‘oh, o que é isso falando?, Porque ele está aqui?, O que ele gostar de pensar? O que ele gosta de fazer?, O que ele não gosta?’ – eu poderia usar todas essas coisas para fazer minha própria interpretação e minha própria versão do que a ‘Coisa’ é, e então sobre o que o Pennywise é, em termos de entrar no personagem.”

Um dos aspectos mais petrificante sobre esse conto de terror é o fato que o monstruoso palhaço não vai embora depois de matar alguém – ele vai embora depois das crianças. Desamparadas, as crianças, que tem os pais que não acreditam que eles são forçados a irem contra uma entidade que está caçando eles na escuridão de suas casas à noite e na luz do dia, deixando eles sem escapatórias para fuga, e sem figuras autoritárias para confiar. Uma das cenas mais assustadoras é quando Pennywise aparece em um bueiro e chama por o irmão mais novo de Bill, Georgie, que perdeu seu barco de papel em uma tempestade. Pretendendo ser um palhaço brincalhão, Pennywise puxa Georgie para dentro do bueiro, e dependendo da versão que você está lidando, arranca o braço dele.

Com o fato de trabalhar com crianças no filme, Skarsgård preferiu se manter distante das crianças para criar efeitos reais de medo, mas também não queria assustar de verdade seus atores mirins, que são muito mais jovens que ele.
[Muschietti] tentou manter [as crianças] separadas de mim, porque nós pensamos que seria uma boa ideia, nos queríamos ter um tipo de tensão entre Pennywise e as crianças”, explica Skarsgård sobre manter o medo palpável no estúdio. “Então, as crianças começaram a filmar o filme quase um mês antes e depois eles começaram a fazer a cena com Pennywise, e minha primeira cena foi com Jack Grazer, que interpreta Eddie no filme, e foi uma cena muito intensa, muito física. Algumas cenas podiam ser realmente muito intensas, e eu acredito que a cena de qualquer maneira seria meio intensa para Jack. Mas depois de fazermos pela primeira vez, eu tive que ter certeza que ele estava bem e ele estava muito animado, ele disse: ‘Sim! Isso foi ótimo cara! Foi incrível! Eu amo o que você está fazendo como o personagem’, E ele estava realmente animado sobre aquilo. E eu pensei: ‘tudo bem, eu não estou lidando com criancinhas aqui, estou lidando com pequenos atores”.

De acordo com Skarsgård, a única vez de verdade que trabalhar com atores menores tornou-se preocupante foi quando ele estava atuando ao lado de Jackson Robert Scott, também conhecido como ‘Georgie”, para filmar a famosa cena do bueiro.
Eu acho que a única diferença no elenco foi trabalhar com Georgie, o Jackson, e ele tem sete anos de idade, e aquilo foi diferente porque ele era de longe a criança mais nova. Então, para ele, havia essa diferença no meio, nós tivemos que trabalhar com ele de maneira um pouco mais diferente, porque durante a gravação da cena da chuva, no bueiro, ele estava notavelmente afetado por me ver no bueiro [risos]. Mas somos bons amigos na vida real.”

Quando Skarsgård conseguiu o papel, ele disse que ele e Muschietti trabalharam muito para criar uma versão completamente imprevisível e animalistica de Pennywise, que é algo que nós nunca vimos antes.
Essencialmente, o que você terminará vendo no filme é meus próprios medos profundos“, diz Skarsgård sobre a profundidade de seu vilão. “Ultimamente, é essencial, que seja a coisa mais estranha e bizarra que nós poderíamos ter feito, foi importante para mim fazer algo absurdo para o personagem, tinha algo meio que, inexplicável, como: ‘porque ele soava daquela maneira?, Porque ele está fazendo isto?, ele é um personagem absurdamente imprevisível que irá pegar as pessoas desprevinidas. Você não tem ideia do que ele irá fazer, não tem uma maneira de saber quais serão seus próximos atos.”

No livro, a ‘Coisa’ não é apenas Pennywise, o palhaço, ela pode se tornar em diferentes formas severas de acordo com os medos de quem ele está caçando naquele momento. Independente de qual seja o maior medo da pessoa, a ‘Coisa’ se torna a forma mais distinta e terrível dele.

Eu não quis que o palhaço fosse completamente separado da entidade” diz Skarsgård sobre suas decisões de criar o personagem. “Eu queria que a ‘Coisa’ se realssace sobre o Pennywise, como o aposto de Pennywise sendo apenas o palhaço, então tem muitas coisas que a entidade era que eu quis ser por trás do Pennywise todas as vezes.
Eu acho que no final do dia, isso é a definição de atuação, é isso que você cria neste universo infinito para o personagem que você está inpretenxo, e é isto que faz você ser compromissado com a história que você está fazendo. Então, independente do personagem que você interpreta, você explora de maneira infinitas mais que uma página, você usa essa exploração para fazer o personagem que está presente no filme. Eu espero que tenha muitas coisas pequenas que se as pessoas assistirem ao filme algumas vezes, eles irão ver e interpretar meu pensamento sobre o que é Pennywise cada vez que eles assistirem”.

Em entrevista à Dread Central, Bill Skarsgård revela como conseguiu o papel de Pennywise e mais; confira
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Em entrevista concedida ao site Dread Central, Bill Skarsgård conversou sobre como conseguiu o papel do personagem ‘Pennywise’ em “IT: A Coisa‘” e comentou sobre sua relação com as crianças do filme! Leia abaixo:

Você acredita que nós estamos apenas a um mês e meio da estréia de “IT: A Coisa‘” nos cinemas? Parece que estivemos esperando uma eternidade para ver essa adaptação ficar pronta e a luz no fim do túnel está finalmente visível. E desde que nós estamos muito perto de finalmente assistir a versão de Andy Muschietti nas telas brancas, alguns jornalistas importantes que foram aos estúdios fazer entrevistas adicionais, não foram permitidos a falar sobre o que eles viram.

Pennywise não é um homem, não tem humanidade nele. Qual foi a essência do personagem que você teve que agregar, o desempenho que você teve, sabendo o lado nada natural dele?
Existe este potencial backstory disso, você sabe, nós possívelmente pensamos sobre, esse foi o aspecto que Bob Gray colocou em seu Pennywise, o palhaço, que é de alguma forma baseado em uma pessoa real. Então a ‘Coisa’ tirou aquela pessoa que realmente existiu e criou seu próprio palhaço, essencialmente. Nós brincamos ao redor desse aspecto, mas para mim, esse aspecto não foi tão importante. Independentemente, se o Pennywise ou o personagem de Bob Gray realmente existiu, esse que eu estou interpretando… a ‘Coisa’ e a entidade são formadas através dos medos que as pessoas têm, nesse caso é o palhaço.

Em algum lugar do livro, diz que o palhaço, Pennywise, é a forma favorita da ‘Coisa’. A ‘Coisa’ gostar de entrar nessa forma. Então, porque ele gosta tanto dessa forma? O que ele gosta sobre isso? Todas essas coisas diferentes que eu tive que responder para mim mesmo em termos de entrar no corpo de personagem.
Mas então, eu interpretei muito… Eu queria a ‘Coisa’, a entidade ou qualquer coisa que seja, realmente tivesse um realce durante a performance. Então, tem muitas imperfeições neste palhaço, algumas coisas terrivelmente erradas com ele, o que faz ele ser quem ele é, tem uma entidade por trás dele que não é um palhaço no final e nem se parece muito com um palhaço, a entidade apenas entrou na forma de um palhaço. Então, teve alguma coisa que eu aproveitei muito e, meio que, interpretei da maneira mais bizarra e absurda o personagem, e tem falhas e coisas que não são completamente sólidas, em termos de quem o personagem é. Isso foi importante. Eu acho que isso é uma parte muito legal para se explorar nessa versão do Pennywise, foi algo que eu achei legal e interessante.

Quando nós conhecemos o Pennywise do filme dos anos 80, ele era muito estrondoso, usando coisas Victorianas e assustando crianças durante um longo tempo. Você sentiu que foi um desenvolvimento do personagem, que ele mudou no decorrer dos anos ou que ele sempre foi uma força malevolente?
Então, eu acho que Penywise nunca ficou por perto durante esse tempo, mas eu acho que a entidade, a ‘Coisa’, ficou por perto durante um longo tempo e tem uma parte do livro onde eles vêem em um flashback, uma era completamente diferente, uma época antes da existência dos homens e a ‘Coisa’ chegou a Terra, ou entrou em nossa dimensão [risos], ou qualquer coisa que você queira pensar de onde a ‘Coisa’ veio. Então, eu acho que a ‘Coisa’ comandou durante milhões e milhões de anos antes dos humanos descobrirem a América. Os nativos provavelmente tiveram a experiência de serem caçados e atormentados por essa entidade antes dos europeus.

Então, Pennywise é obviamente muito mais que uma versão moderna de algo que a ‘Coisa’ adquiriu. Então, você poderia assumir que 5,000 anos atrás a ‘Coisa’ séria algo que seria aterrorizante para as pessoas daquele tempo, talvez um espírito e coisas assim. Eu acho que nossa versão, o Penywise, é algo que teve uma inspiração de uma pessoa real, em Bob Gray ou em qualquer coisa que ele foi, e criou essa versão de um palhaço do século 19, combinando com as roupas e aparições, então ele meio que gostava dessa versão, como se essa versão estivesse presa nele. Foi assim que eu racionalizei para ver quem, ou o que Pennywise é, de onde ele veio e quem ele realmente é.
Como foi dito, a ‘Coisa’, a entidade ‘Coisa’, sempre foram os mesmos. Eu não acho que a ‘Coisa’ sofre por mudança. Parcialmente, eu acho que a história do Loser’s Club combatendo a ‘Coisa” é, em parte, a primeira vez que ela sofreu por mudanças ou coisas assim. Se você ver o filme, você irá descobrir que a mudança que acontece com Pennywise ou com a ‘Coisa’ nunca aconteceu antes.

Quando você fez sua primeira audição, quais qualidades você trouxe para sua performance e como foi o seu envolvimento depois de conseguir o papel?
Eu estava em LA e eu estava alugando uma casa em Echo Park e eu consegui essa audição para Pennywise, certo? Eu nunca estive envolvido com esse filme ou tentando fazê-lo com Cary. Will foi originalmente escalado como Pennywise, mas eu nunca estive envolvido nesse filme, eu me envolvi depois, quando o papel ficou disponível e quando soube que Andy Muschietti comandaria o filme. Eu recebi um ligação e sendo um ator, especialmente na minha idade, não tem muitos personagens performáticos ou coisas assim, em termos de estranheza, arrepiante e repugnante, em termos de todos os tipos de personagens como Pennywise é. A grande maioria das audições que eu vou são baseadas na realidade e em caras jovens, histórias de amor e essas coisas. Eu recebi duas cenas e eu poderia fazer o que eu quisesse com elas. Foi incrível ter a habilidade de interpretar um personagem que eu queria, em termos de voz, som, expressão faciais e tudo. Então, é um pouco raro conseguir uma audição de um projeto que você já está animado. Eu trabalhei muito para fazer minha versão e eu me diverti muito a fazendo. Eu acho que eu li o livro, uma, duas, três, ou até mais de quatro vezes antes de eventualmente conseguir o trabalho. O personagem mudou a profundidade da audição. Eu conversei com Andy para ser fiel ao personagem e eu comecei trabalhar antes e durante o processo de audição, brinquei com as versões das coisas que esse personagem poderia ser e então, eventualmente eu consegui o trabalho. Foi assim que o trabalho de verdade começou em termos de exploração de personagem e as diferentes maneiras de interpretá-lo.
Mas eu realmente gostei desse processo de escalação porque foi uma coisa muito divertida de se fazer, onde eu poderia muito trabalho na minha própria versão.

A primeira a imagem de Pennywise que conhecemos, gerou muitos debates, mas com o primeiro clipe divulgado, “IT” é agora o filme de terror mais esperado do ano. Quais foram seus pensamentos ao ver as reações geradas com essa imagem inicial?
Então, é estranho porque eu nem tinha começado a filmar quando a imagem foi liberada. A tática presente no estúdio foi para que tudo estivesse sobre o controle para que nenhuma imagem fosse vazada, para que ninguém secretamente tirasse uma foto minha com a roupa nos bastidores, ou qualquer outra coisa que poderia ser vazada. A ideia foi divulgar essa versão para que pudéssemos manter o controle. Mas eu fiz o ensaio fotográfico antes de começar a gravar, então eu não tinha filmado absolutamente nada ainda, a imagem foi, na verdade, liberada um dia antes de começarmos as gravações, porque meu primeiro dia de filmagem poderia ser potencialmente digno de uma foto ser vazada.
Então, isso foi estranho. Eu não gostaria que as pessoas vissem o visual antes de que construir o personagem, você sabe. Para os atores e cineastas, o projeto antes de ser divulgado/lançado, ainda é algo nosso, você sabe, no sentido de que ninguém ainda viu e ninguém tem uma opinião formada, continua sendo o trabalho que você está explorando e é legal o sentimento de que o seu trabalho ainda não se tornou público. Então, quando você termina, existe uma excitação para quando chegar a hora das pessoas verem.
Nesse caso, houve um sentimento prematuro quando as fotos foram liberadas, mas, no entanto, eu realmente tentei não ler nada sobre o que as pessoas estava debatendo. Eu não queria me engajar nisso porque eu ainda estava filmando, você sabe. A última coisa que eu necessitava era ouvir o que as pessoas estavam pensando e as ideias que elas tinham sobre o personagem que eu mal tinha começado filmar. Então, eu nunca fiquei engajado em nenhuma das coisas que as pessoas diziam sobre o aspecto do personagem, mas agora, nesse momento, estou muito animado para ver a reação das pessoas com o filme.

Como você lidou com as crianças nos estúdios? Você se juntou a elas ou manteve sua distância?
Isso foi algo que nós queríamos, eu e Andy conversamos sobre como nós deveríamos nos aproximar delas antes das gravações. Nós pensamos que a melhor ideia seria me manter completamente separado delas e então…. As crianças obviamente ficaram juntas um com as outras o tempo todo, foi a chave da participação delas no elemento do filme, a amizade e camaradagem, então, desde o momento em que eles foram para Toronto, eles fizeram excursões e exercícios em grupo, eles realmente tornaram-se amigos muito próximos, melhores amigos até fora dos estúdios, isso é incrível porque é sobre isso que o filme é, essas crianças se encontrando com as outras e se tornando amigas. Eu acho que isso é aparente no filme.

Mas para deixar garantido, eles não poderiam ser amigos de Pennywise [risos], nós nos mantivemos separados. Eu fiquei separado delas e essencialmente as únicas pessoas que eu tive contato foi com o Andy Muschietti e Bárbara, a produtora e sua irmã. Eles foram as únicas pessoas da equipe que eu passei um tempo junto depois das gravações.

Quando nos começamos gravar, as crianças já tinham começado um mês antes e eu não tive nenhuma cena com elas, então elas estavam animadas para ver o palhaço e como eu iria aparecer e todas essas coisas que eles estavam esperando. Foi meio que intensa e pesadas a primeira a cena que tivemos. Eu fiz a cena com Jack Grazer, que interpreta Eddie no filme, e foi uma cena completa, agressiva e intensa entre Pennywise e Eddie. Foi no meu primeiro dia de gravação e eu estava tentando me manter focado no personagem e quando nos estávamos ensaiando essa parte e Jack estava realmente estático.
Quando nos filmamos a cena, o primeiro take, eu tinha salvado toda minha energia para aquela cena e nós a filmamos e foi pesado! Ele estava obviamente aterrorizado na cena, chorando e tentar se afastar do Pennywise, que estava em frente de seu rosto. Então eles gritaram “CORTA!” E eu virei para Jack e perguntei, “Você está bem?” E ele respondeu, “Isso foi incrível, cara! Foi incrível para caralh*! Você estava, Wow, àwow! Eu amei o que você estava fazendo!” [Risos]. Com isso, eu fiquei feliz porque eu não estava lidando com criancinhas, mas com atores de verdade, pequenos atores, mas atores! As crianças são muito inteligentes e talentosas, chegavam com ótimas ideias para as cenas e eu acho que a necessidade de me manter separado das crianças, foi, você sabe… assim que começamos a filmar, ficou claro que aquelas crianças sabiam que eles estavam fazendo um filme que eu não era um palhaço assassino.
Me separam dos atores mirins, mas, no final do dia, eles eram ótimos profissionais. A única exceção foi Jackson, que interpreta George, que é muito mais novo que as outras crianças. Para ele, não estava claro a separação entre realidade e ficção.

‘It: A Coisa’ estreia em 07 nos cinemas.

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